Titulo:
Convergente
Titulo
Original: Allegiant
Autor:
Veronica
Roth
ISBN:
978.85.7980.186.0
Editora:
Rocco
Ano: 2014
Páginas: 528
Sinopse:
A
sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou
– destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela
traição. Em Convergente, o poderoso desfecho da trilogia de Veronica Roth
iniciada com Divergente e Insurgente, a jovem será posta diante de novos
desafios e mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, sacrifício e amor.
Não há mais quem controlar.
Para ser sincera, como todos que seguem o blog
sabem, eu não queria fazer essa resenha, porque como leitora, o final de
Convergente me deixou revoltada. Mas aceitei o fato do bombástico final e me
contive contendo minhas emoções em um potinho para ver esse livro com um olhar
mais critico do possível.
O começo de Convergente é bem abordado, começa ainda
no cenário do livro anterior, após o vídeo revelador da suposta antepassada de
Tris na sede da Erudição com o futuro julgamento de Tris preste a acontecer.
São muitos eventos em poucas páginas, Tobias sendo o braço direito de sua mãe,
seu pai ainda recluso, é um momento total de tensão em Chicago e diferente dos
outros livros o ultimo livro da Série é dividida em dois pontos de vistas, o de
Tobias e o de Tris, o que deixa tudo mais emocionante e mais eletrizante.
Neste livro se vê que Tris está se descobrindo em
meio a tantos conflitos, brigas, intrigas e cumplicidades. O começo é o
conflito que os sem facções e sua líder Evelyn causaram, algo como “se eu não
posso ter facção, vocês também não”.
Mas em todo aos meio daquela confusão, daquele
reboliço surge uma chama de esperança para aqueles que não querem serem
forçados a deixarem suas facções, um grupo protestante que se denomina
convergente e que quer tirar Evelyn do seu trono antes mesmo dela esquenta-lo.
Acontece muitas coisas então até que os muros que “protegem”
as pessoas em seu esconderijo e refujo, Tris, Tobias e mais alguns de seus
cúmplices atravessam os portões e se deparam com algo completamente inovador e
inesperado, o mundo que eles não imaginavam que tinham. Percebendo, assim que
não passavam de um misero experimento para a salvação da raça humana e do mundo
em que nunca pensaram existir, eles descobrem o que são e o que não são, eles
descobrem o porquê das facções, e o porque dos divergentes serem tão importante
e em meio a tudo isso, o relacionamento de Tris e Tobias entra em conflito e
desconfiança entre os dois até que chega um ponto que ‘não’ significa ‘sim’
e ‘confio
em você’ significa ‘eu não vou te contar a verdade’.
Convergente amplia os horizontes dos leitores da
trilogia, que estavam acostumados aquela antiga atmosfera que os envolvia. Eu
particularmente amei livro inteiro (depois de muito tempo meditando sobre o
final), ele carrega tudo o que eu gostaria de ver em um livro, Ação, Romance,
Suspense, Guerra e como o nome do próprio livro já diz: Convergente, algo que
está correndo, que está fluindo para longe, algo que fugiu de nossas mãos.
O livro é perfeito, a leitura é leviana, ele é um
livro bom que é cheio de ação e tudo o que um leitor gosta, Convergente ainda
tem a pegada de Divergente e Insurgente, que foca mais na relação entre Tris e
Tobias para lidar com o “se vai ou não vai” e você consegue ler ele sem
pestanejar e nem se preocupar com se vai perder algo, porque é bem explicito os
acontecimentos, só que a partir do momento do Antes e do Depois, entre a Tris
com as Facções nas costas e Tobias com seu “ego” por ser geneticamente não
aprovado em ação, preste muita atenção. Porque se você quiser levar essa
história adiante, prepare seu coração, porque tem muitas mortes e você terá uma
ressaca literária das bem fortes (eu tive) e não daquele tipo que passa rápido, agora
que voltei a ler outros livros, tipo, faz mais de um mês que eu acabei de
Convergente... Como eu disse, ressaca literária.




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